No Japao tem uma variedade de cará que os japoneses gostam muito de comer apenas ralado e cru sobre o arroz ou macarrão chamado tororo imo. Ganhei alguns da acupunturista que frequentava la mas como não sou muito fã dele cru ela me deu algumas outras dicas de como consumi-lo. Esta panqueca é uma delas. A textura leve e fofa lembra uma omelete e você pode colocar na massa legumes ralados ou usar outros temperos.
Ela me ensinou apenas a colocar manteiga derretida, ovo e shoyu. Eu substitui o shoyu por sal e pimenta e adicionei cheiro verde bem picadinho.
A seiva do cará causa coceira nas mãos, deixando-as bem irritadas. Eu usei luvas de borracha e resolvi este problema. Para os desavisados que não tomaram cuidado, a Nina, blogueira do Gourmandise, deu a dica para deixar as mãos de molho em banchá!
Outras dicas para usar cará (tororô imô):
- no missô shiru (caldo japonês). Faça um caldo de peixe, pingue colheradas do cará ralado e deixe ferver. Não precisa deixar muito tempo, pois lembre-se que ele é consumido até cru. Desligue o fogo e dissolva o missô. Sirva em seguida.
- cru. Rale o cará, coloque no “suribati” (tipo de pilão japonês) e reserve. Coloque uma lata de atum numa panelinha e cubra com um pouco de dashi ou água. Leve ao fogo e deixe ferver. Desligue o fogo e coloque missô de modo que fique mais salgado que um missô shiru comum. Vá colocando o caldo aos poucos no suribati mexendo sempre até que fique na consistência desejada. Sirva quente ou frio sobre o arroz branco. Esta é uma versão que a doutora criou para agradar seus filhos. Na verdade, a receita pede cavala.
Panquecas de cará japonês
1 cará médio (tororô imô)
1 ovo
1 colher (sopa) de manteiga derretida
cheiro verde picado a gosto
sal e pímenta do reino a gosto
Rale o tororô imô e junte os demais ingredientes. Misture bem e despeje colheradas da massa numa frigideira com um pouco de óleo. Deixe dourar de um lado, vire e espere corar também. Sirva quente ou frio.

eriko escreveu:
a culinaria japonesa e otima em tudo
Link | 19/01/2010 às 19:16
Jyoruji escreveu:
Este penso eu e おこのみーやき ne? okonomi-yaki
Link | 11/07/2010 às 12:34
Akemi escreveu:
Jyoruji, a massa do okonomiyaki é um pouco diferente, apesar de levar um pouco de imô. Vou pesquisar e colocar uma massa de okonomiyaki por aqui. Abraços!
Link | 11/07/2010 às 14:22
greice escreveu:
Eu e meu esposo ama comida japonesa…..e sempre eu pego suas receitas pra mata a saudade do japão….um abraço pra vcs
Link | 23/07/2010 às 15:00
Haruê escreveu:
Essa receita é muito boa para dieta…
Link | 26/09/2010 às 14:13
Aline escreveu:
Eu fui convidada pela minha professora a participar de Bonenkai, neste final de ano.
E gostaria de saber o que é de costume levar para comer e beber?
E algo pratico de preparar, com facilidade para encontrar os ingredientes aqui no interior do Paraná.
E mais uma pagunta, qual a diferenpa de farinha para pão e farinha comum.
Não trata-se da farinha de trigo branca refinada (fina)?
Link | 17/11/2010 às 16:53
Akemi escreveu:
Oi, Aline! Não existe um padrão para levar comidas ou bebidas nesses encontros, ainda mais aqui no Brasil. Em casa era muito comum ter sashimi ao lado de coxinha, nishime com pastel, etc…rsss
Eu acho que você poderia conversar com sua professora para não levar coisa repetida. Posso sugerir salada de harusame, guiozá se vc conseguir encontrar a massa e tem um bolinho de somen e frango que vou passar a receita que é muito gostoso:
2 peitos de frango
1 prato fundo de cebola picada
1 prato fundo de cenoura picada
1 prato fundo de tomate picada
1 prato fundo de cebolinha picada
1 litro de leite
3 colheres (sopa) bem cheia de maisena
2 cubos de caldo de galinha
2 pacotes de 8g cada de hondashi
1 colher (café) de sal se necessário
250g de somen
Cozinhe os peitos de frango na panela de pressão e desfie. Reserve.
Cozinhe o somen mas deixe meio duro. Escorra e reserve.
Refogar o frango em 3 colheres de sopa de óleo. Coloque os cubos de caldo de galinha e o hondashi. Junte um pouco do caldo em que cozinhou o frango. Acrescente a cenoura e a cebola. Refogue por uns 2 minutos. Adicione o tomate. Cozinhe até os tomates dissolverem. Junte o somen picado, o hondash . Dissolva a maisena em um pouco de leite e junte ao refogado junto com o resto do leite. Mexa sem parar até engrossar. Verifique o sal. Despeje em assadeiras e deixe a massa em espessura de mais ou menos 1 cm. Deixe esfriar e leve a geladeira. Corte em cubos ou retângulos e passe no ovo batido e na farinha de rosca. Frite e escorra.
A farinha de pão tem mais porcentagem de proteína e tem mais gluten. Isso favorece a fermentação na massa e sua elasticidade. Já as farinhas comuns tem menor porcentagem de proteína e menos gluten por isso é mais indicada para bolos. É por isso que quando se adiciona farinha na massa de bolo, pede-se para misturar fora da batedeira . Quanto mais bater, mais gluten é liberado e como resultado terá uma massa pesada.
Aqui no Brasil eu não encontrei farinha para pão. Tem uma da Fleishmann mas vendo a tabela nutricional, a porcentagem de proteína é igual a farinha de trigo comum e não vejo muito diferença fazendo pão com ela. O que posso sugerir é acrescentar o melhorador de pães na massa, senti que os meus pães aqui no Brasil ficam mais fáceis de dar ponto e macios, a massa não fica achatada e mesmo depois de sair do forno não murcha.
Espero que tenha ajudado!
Um ótimo bonenkai para vcs!
Link | 17/11/2010 às 21:06
Carlos escreveu:
Outro dia, absorto nos meus afazeres eu pensava:
Quem são meus amores do computador? Quem são eles
que fazem o meu riso fluir naturalmente quando me
mandam uma mensagem? Quem são eles que me fazem
não me sentir só?
Meus amores do computador! Quem são? Onde moram?
Do que gostam? Que brilho têm seus olhares? Como
amam? Como e o que os emociona? Como brigam pela
vida? Saúde?
Quem são meus amores do computador?
Link | 27/11/2010 às 21:13